Quem faz o Escrita Súbita?

Quem faz o Escrita Súbita?
José Geraldo Demezio é especialista em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá, ator formado pelo Curso Básico de Formação de Atores da Universidade Federal Fluminense, graduado e licenciado em Letras (Português – Literatura) pelo Centro Universitário Plínio Leite e especialista em gestão de empresas, com foco em Economia da Cultura, também por esse Centro Universitário. Atualmente, leciona teatro para crianças e jovens no Espaço Criança Esperança Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, em Ipanema, desde 2004, pela ONG Viva Rio; local em que, também, desenvolve a criação de espetáculos com moradores da comunidade em parceria com a Rede Globo de Televisão. É instrutor de voz, interpretação e corpo da Escola Fábrica de Espetáculos “Spectaculu”, que tem direção de Grinco Cardia, Mariza Orth e Vik Muniz. É diretor geral da Oficina Social Produções Artísticas, que tem sua sede em Niterói, e que oferece à sociedade local cursos no setor do teatro, como a Oficina Social de Teatro (OST), da qual é coordenador e professor, e que funciona no SESC Niterói. Já desenvolveu projetos culturais pela Oficina Social Produções Artísticas com a Barcas S/A, UFF, Fundação de Educação e Fundação de Artes de Niterói, SENAC Rio, SESC Rio, CAHU Vídeo, Siemens. Constam, ainda, em sua formação, cursos de interpretação, com Moacir Góes, Expressão Corporal, com Leon Góes e Gaspar Filho, todos realizados na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) nos anos de 2001 e 2002. Participou de cursos livres, todos na área de teatro, destacando os cursos “A narrativa no teatro”, com André Paes Leme, da UniRio, e “O método de fisicalização”, na Escola de Teatro Martins Pena, com docentes da escola. Já atuou em espetáculos profissionais adultos e infantis, dando destaque à sua participação, como ator, na Companhia Pop de Teatro Clássico, do Rio de Janeiro, nos espetáculos dirigidos por Demétrio Nicolau “O Auto do Novilho Furtado” e “A menina que perdeu o gato enquanto dançava o frevo na terça-feira de carnaval”; espetáculo esse que rendeu à diretora de movimento Nara Keiserman, da UniRio, o prêmio Shell de destaque pela concepção dos movimentos na criação da obra.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

quase me entreguei de novo. não podia, não posso e não quero.
preciso ter coragem de fazer diferente.
como isso vai acontecer? não sei.
apenas deixo claro que preciso fazer diferente.
quase caí de novo.
mas me reergui na hora certa.
que bom.
vou continuar ouvindo música para ocupar a cabeça.
enquanto ouço, escrevo.
os dedos nas teclas ocupam.
a música compõe o cenário da escrita na tela.
a tv ligada completa o momento.
tudo misturado atordoa a mente e faz sair a inspiração.
ela sai em palavras e preenche o espaço do medo.
o medo está sendo ocupado de palavras e assim me distancio
do que não quero fazer.
tomara que consiga controlar tudo isso até o final.

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